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Posts from ‘October, 2008’

Contabilidade amorosa de 2008

N√£o √© pra somar tudo, as coisas se sobrep√Ķem: 1 relacionamento que eu estava achando o melhor de todos os tempos o amor da minha vida a paix√£o que a-* 1 luto conclu√≠do, 3 anos depois 3 significativas acelera√ß√Ķes no batimento card√≠aco 2 dos aceleradores viraram amigos 1 sumiu 1 casinho em S√£o Paulo 1 […]

Quando o amor atrapalha

Passada a ressaca das elei√ß√Ķes de ontem, conv√©m lembrar que faltam menos de dez dias para o pleito aqui do norte, e o candidato dos camar√Ķes e das tubas tem tudo para levar. Na verdade, a elei√ß√£o de Obama parece t√£o certa que s√≥ consigo visualizar dois cen√°rios poss√≠veis nos quais ela n√£o se concretizaria, […]

Dos chicas in a Halloween parade!

Isso sim √© o que eu chamo de uma verdadeira experi√™ncia antropol√≥gica. A roomate e eu fomos a uma parada de Halloween hoje √† noite, que nada mais √© que uma second line repleta de gente fantasiada: Pelo que entendi, rola uma esp√©cie de malha√ß√£o do Judas, com a diferen√ßa de que o Judas daqui […]

Teoria do cafezinho e da turbulência

Meu amado Alex possui uma teoria sensacional e particular√≠ssima para explicar o fen√īmeno da turbul√™ncia nos avi√Ķes. Diz ele que o cafezinho causa as turbul√™ncias: afinal, qualquer um pode constatar que, mal as aeromo√ßas come√ßam a movimenta√ß√£o dos carrinhos para servir-nos o caf√© nosso de todo v√īo, √© batata que tudo come√ßa a balan√ßar. Pois […]

Reflex√Ķes sobre o sentido da vida a partir das diferentes pron√ļncias de boquete

N√£o faz muito tempo, aprendi a suposta pron√ļncia correta desta palavra t√£o expressiva. Suposta porque ainda n√£o me conformei com ela, e este texto vem justamente advogar uma pron√ļncia alternativa. Acompanhem meu argumento: Boqu√©te, que me dizem ser o correto, rima com o qu√™? Era uma vez Uma menina coquete No carnaval, jogava confete Sua […]

Um conto, para variar

Depois do esmagamento Fui uma crian√ßa bissexual; n√£o posso mais escapar desse reconhecimento tardio. A prima era igual a mim, s√≥ que melhor: loira, rica e culta. Pois com que ent√£o uma menina de sete anos sabia falar ingl√™s t√£o perfeitamente? N√£o me ocorria que, aos sete anos, o ingl√™s de minha prima inglesa regulava […]

Escavando abóboras

Segue o registro da experiência antropológica da semana: Bom fim de semana a todos!

Separados no nascimento, a saga

Dando prosseguimento √† nossa anti-popular√≠ssima s√©rie “Separados no nascimento” (ignorem as mo√ßoilas, por favor): Tord Gustavsen Junior Lima Pena que a m√ļsica √© um pouquinho diferente. Para quem ouviu a musiquinha da semana do blog e se interessou, o disco pode ser baixado inteiro aqui (de gra√ßa, que eu sei das condi√ß√Ķes prolet√°rias dos leitores). […]

Fenomenologia da saudade

Estou em New Orleans fazendo p√≥s-gradua√ß√£o em literatura e em saudade. E olha que eu achei que j√° sabia tudo sobre saudade, por causa da morte da minha m√£e e de uma certa hist√≥ria infernal que os chegados conhecem muito bem. E n√£o √© que estou sendo obrigada a rever – e viver – tudo […]

Momento recreio: coment√°rios desimportantes sobre m√ļsicas desconhecidas

Eu devia estar lendo, eu devia estar estudando (e, na verdade, estou mesmo, prometo!). Mas, se eu n√£o parasse um pouquinho para procrastinar, n√£o seria eu. Em 90% dos casos, minha procrastina√ß√£o envolve m√ļsica, e hoje brinquei com musiquinhas novas – sobre as quais falarei aqui n√£o como eu falaria numa mesa de bar, que […]