Tem post novo meu no Amálgama e nada melhor do que o comentário deixado pelo meu editor preferido para resumir o argumento do texto, ampliá-lo e melhorá-lo – enfim, essas coisas que as pessoas inteligentes fazem e nós outros aplaudimos:
Generalizar é preciso muitas vezes, até pra facilitar o ensino-aprendizagem etc. O que ocorre é que muita gente confunde generalizar com estereotipar. É possível generalizar sem esquecer que existem nuances, que no estereótipo vão embora. Por exemplo, já me disseram “Não generalize sobre o futebol brasileiro” ou “Não generalize sobre os evangélicos”, querendo na verdade dizer “Não estereotipe”. Acho que só é possível começar a explicar e entender o futebol brasileiro e os evangélicos — e muita coisa mais — pelas generalizações. Esse negócio de dizer “Essa matéria é muito complicada, não há como explicar generalizando e não há como apreender todos os detalhes”, é conversa de quem não quer (ou não saberia) compartilhar conhecimento. Ainda mais se for pra no final se empanturrar de melão. Os biólogos generalizam até sobre a evolução das espécies — e quer coisa mais “complicada”?
Meu texto é longo e meus dotes de vidente apocalíptica preveem que pouca gente chegará ao fim dele, mas qualquer coisa que gere uma conversa com o Daniel já valeu completamente o esforço.








on Oct 29th, 2009 at 10:31 am
Opa!, mas o que que isso… Eu adoro essas pessoas geniais que abrem espaço pros sujeitos comuns :-p
O prazer é meu, claro.
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on Oct 29th, 2009 at 1:03 pm
e o caso das laranjas mostra todo o otimismo das pessoas. pq qdo vc pergunta se elas gostam, logo imaginam *a* doce e madura. acabam se esquecendo das azedas e podres. e respondem super alegres “adoro!”.
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camilalpav Reply:
October 31st, 2009 at 9:29 pm
Ih, mary, pior é que quando o assunto é comida, eu sou *a* otimista entusiasta, sempre. :-)
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